EXORTAÇÃO APOSTÓLICA DE JOÃO PAULO II
A MISSÃO DA FAMÍLIA CRISTÃ NO MUNDO DE HOJE
FAMILIARIS CONSORTIO
84. O problema daqueles que se encontram em segunda união como conseqüência de um primeiro matrimônio desfeito, deve ser enfrentado com urgência inadiável. Os Padres Sinodais estudaram-no expressamente. A Igreja, com efeito, instituída para conduzir à salvação todos os homens e sobretudo os batizados, não pode abandonar aqueles que – unidos pelo vínculo matrimonial sacramental – procuraram passar a novas núpcias. Por isso, esforçar-se-á infatigavelmente por oferecer-lhes os meios de salvação.
Juntamente com o Sínodo, exorto vivamente os pastores e a inteira comunidade dos fiéis a ajudar os divorciados, procurando, com caridade solícita, que eles não se considerem separados da Igreja, podendo, e melhor devendo, enquanto batizados, participar de sua vida. Sejam exortados a ouvir a Palavra de Deus, a freqüentar o Sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a incrementar as obras de caridade e as iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorarem, dia a dia, a graça de Deus. Reze por eles a Igreja, encoraje-os, mostre-se mãe misericordiosa e sustente-os na fé e na esperança.
Com firme confiança a Igreja vê que, mesmo aqueles que afastaram do mandamento do Senhor e vivem agora essa condição, poderão obter de Deus a graça da conversão e da salvação, se perseverarem na oração, na penitência e na caridade.
Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 22 de novembro de 1981, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, quarto ano de meu pontificado.
João Paulo II
A MISSÃO DA FAMÍLIA CRISTÃ NO MUNDO DE HOJE
FAMILIARIS CONSORTIO
84. O problema daqueles que se encontram em segunda união como conseqüência de um primeiro matrimônio desfeito, deve ser enfrentado com urgência inadiável. Os Padres Sinodais estudaram-no expressamente. A Igreja, com efeito, instituída para conduzir à salvação todos os homens e sobretudo os batizados, não pode abandonar aqueles que – unidos pelo vínculo matrimonial sacramental – procuraram passar a novas núpcias. Por isso, esforçar-se-á infatigavelmente por oferecer-lhes os meios de salvação.
Juntamente com o Sínodo, exorto vivamente os pastores e a inteira comunidade dos fiéis a ajudar os divorciados, procurando, com caridade solícita, que eles não se considerem separados da Igreja, podendo, e melhor devendo, enquanto batizados, participar de sua vida. Sejam exortados a ouvir a Palavra de Deus, a freqüentar o Sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a incrementar as obras de caridade e as iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorarem, dia a dia, a graça de Deus. Reze por eles a Igreja, encoraje-os, mostre-se mãe misericordiosa e sustente-os na fé e na esperança.
Com firme confiança a Igreja vê que, mesmo aqueles que afastaram do mandamento do Senhor e vivem agora essa condição, poderão obter de Deus a graça da conversão e da salvação, se perseverarem na oração, na penitência e na caridade.
Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 22 de novembro de 1981, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, quarto ano de meu pontificado.
João Paulo II



